quarta-feira, 24 de agosto de 2011

AMOR SEM IDADE





Longo e sinuoso caminho percorrendo, na curva
  perigosa dos quarenta e oito derrapei neste amor.
Que dor! Verdade tão final, sede tão vária.


Que dor! que pétala sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor em primavera
que não se sabe como é feita: amor


Meu inevitavel outono, nuance de cores, folhas secas.
O quebrar da semente.Que dor! o semear mudo e natural
 já não cabe em tanto gesto de colher e amar. 



6 comentários:

Mariana Lyra disse...

Lindo o jeito que vc e expressou nessa poesia :)

Maria do Rosario disse...

Obrigado filha!

Beijinho:))

Anônimo disse...

Rosário,

Que poesia linda! Tanta expressão...

Te adoro,

Marta

Valderez de Barros disse...

Minha nova amiga e companheira de caminhada pelo mundo da poesia, ainda tens muitas curvas perigosas a percorrer, até chegares ao outono das follhas amarelecidas.São estradas onde há curvas perigosas, porém, outras vezes, elas são suavemente recobertas, vestidas de flores, que valem muito a pena serem percorridas.
Amei o teu cantinho!!! Lindo, além de ter sabores gostosos e diversificados, porém, sempre com as cores harmoniosas da poesia.
Meu carinho!!!

Maria do Rosario disse...

Querida Valderez!

Que bom receber sua visita assim cheia de poesia...
Seja sempre bem vinda,

Maria do Rosario disse...

Marta!

Quanta saudade...
Você tem aparecido pouco por aqui, sinto muito sua falta.
Te adoro,